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quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Se lhe perguntarem: “Quem é você?”, qual seria sua resposta?

Diria que você é uma pessoa ansiosa, tímida, extrovertida, legal? Ou você se conhece o suficiente para responder mais do que isso? 
À primeira vista parece óbvio e fácil responder isso, mas é muito comum, ao fazer essa pergunta, as pessoas encontrarem dificuldade em responder.



Faça o seguinte exercício: pegue uma caneta e um papel e escreva dez características positivas e dez pontos a desenvolver. Vamos lá, faça esse exercício. Difícil, não é? Então tá, escreva cinco. Continua difícil, ainda mais nos pontos que temos que desenvolver (nossos defeitos).
 Essa não é uma tarefa muito simples mesmo e descrever-nos com propriedade requer um esforço muito grande. Primeiro porque gera medo e ansiedade nos revelarmos para outra pessoa: “O que ela vai pensar de mim?”. Segundo porque temos a característica de não investirmos tempo nos conhecendo. 
Às vezes é muito melhor jogarmos para debaixo do tapete características que não queremos ter ou que nos incomodam, ao invés de aceitarmos. Ao aceitarmos e reconhecermos essas características elas passarão a fazer parte de uma forma mais consciente do nosso dia a dia e só assim poderemos mudar algo que não está bom.
Veja toda matéria em :  http://www.psiconlinews.com/2016/01/voce-sabe-quem-e-voce.html


terça-feira, 12 de janeiro de 2016





Todos nós passamos pela experiência de perder um ente querido em algum momento da vida. A morte é inevitável para qualquer ser vivo. Por isso, é importante procurar formas eficazes que nos ajudem a enfrentar o processo de luto da maneira menos traumática possível.
É difícil falar sobre esse assunto perto das crianças, temos a tendência de esconder e demorar a dar a notícia numa tentativa de mantê-las afastadas de tudo o que tenha  a ver com a morte. Tudo isso acontece por diferentes motivos. Primeiro, quando o adulto não aceita ou não se adapta ao processo de luto, ele tenta evitar o sofrimento da criança e escolhe não conta.
Saiba Mais...http://www.psiconlinews.com/2015/06/como-falar-sobre-morte-uma-crianca.html



A sinceridade pode machucar as vezes, pois nem sempre estamos completamente preparados para ouvir a verdade. Mas a sinceridade pode salvar muita gente. Pode impedir muitos choros e decepções. Engolir e aceitar a verdade é um dos primeiros passos para o amadurecimento.Aceitar o outro com todos os seus víeis. O segredo é aceitar.
Existirão coisas que jamais iremos admitir, eu concordo, mas à medida que aprendemos a ser mais flexíveis, conseguimos aproveitar muito melhor as coisas que estão a nossa volta. Querer a perfeição é dar murro em ponta de faca. A sinceridade abre os olhos. Alerta a alma e coração!!!


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